quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Segunda fase da Oficina.

No dia 9 de junho realizei com a Turma Estágio 3 a segunda fase da Oficina.
Quando iniciou a oficina eu expliquei que a resposta da questão um (1) da palavra cruzada correspondia a palavra SUSTENTABILIDADE encontrada no dia anteriore e que para completar a cruzadinha teriam que responder a segunda página de exercícios da oficina.
Expliquei que assim como a questão um (1) todas as questões estavam relacionadas ao conteúdo do Projeto Biodiversidade e Sustentabilidade, após a explicação a turma se dividiu como no dia anterior em seguida leram as questões, fizeram primeiro as quetões de completar e de acordo com o número de cada questão completou  a palavra cruzada da página três (3) de exercícios da oficina.
Depois que todas as alunas e alunos terminaram de completar a cruzadinha iniciamos a atividade de oralidade e escrita, essa atividade consistiu em cada aluna e aluno construir uma lista com dez (10) palavras, ler as palavras escritas e fazer a correção no quadro, para que a tividade pudesse ser feita todas as alunas e alunos leram em voz alta as palavras, comparamos as listas e foram ao quadro escrever as palavras repetidas, nesse momento foi divertido porque quando as palavras estavam escritas de forma diferente todas as alunas e alunos riam e me perguntavam quem estava com a razão, eu apagava as palavras erradas e era uma comemoração para as alunas e os alunos que acertavam.
A atividade foi desenvolvida sem dificuldades porque o conteúdo do exercício é o mesmo conteúdo do Projeto Biodiversidade e Sustentabilidade que já foi explicado pela professora, sendo assim a oficina serviu como revisão para a culminância do Projeto Biodiversidade e Sustentabilidade que acontecerá nos dias treze (13) e quatorze (14) do mês de junho, no dia treze será a Oficina sobre Biodiversidade e Sustentabilidadea e no dia quatorze será a Palestra: Sustentabilidade, Plante essa ideia!
Poder desenvolver essa atividade foi muito importante para a minha formação porque além de saber como formular uma atividade é fundamental sabe trabalhar os conteúdos em sala de aula para que possa haver coerência entre os conteúdos e as atividades e as aulas sejam dinâmicas estimulando as alunas e os alunos a acontinurem estudando.

Primeira fase da Oficina.

No dia 08 de junho foi realizada a primeira fase da minha oficina.
Fase que envolveu expressões numéricas com as quatro operações.
Como eu já havia explicado a turma como seria a oficina e o conteúdo utilizado foi trabalhado pela professora em sala de aula não houve dificuldade para as alunas e os alunos resolverem as expressões.
Ao iniciar a oficina entreguei a cada aluna e aluno uma folha de exercício e uma folha de resolução, em seguida li o material do exercício e perguntei se preferiam fazer individual, em equipe ou em dupla. Agi dessa forma porque durante as minhas observações da sala de aula percebi que a turma sempre ajudava a aluna ou o aluno que ia ao quadro muitas vezes vi e ouvi as alunas e os alunos que dominam mais o conteúdo pedir para a colega ou o colega ir ao quadro dizendo: - Vá que eu ti ajudo.  
A turma preferiu fazer em dupla e foi como eu já esperava mesmo a turma estando organizada em duplas houve uma troca de conhecimento entre as duplas e as alunas e os alunos resolveram os exercícios sem dificuldades.
Resolvi iniciar a oficina com exercícios de matemática porque percebi durante as minhas observações que a turma gosta muito da disciplina matemática e que mesmo as alunas e os alunos que possuem uma certa dificuldade com a leitura, possuem um raciocínio rápido com a matemática, sendo assim dar início com uma disciplina que a turma mais gosta foi uma maneira de fazer as alunas e os alunos perceberem que a oficina não abordaria um conteúdo fora da realidade da turma.
Quando a turma terminou eu perguntei o que acharam da primeira fase da oficina, disseram que gostaram e que foi interessante associar cada resultado das expressões a uma letra diferente e em seguida colocar essas letras numa tabela formando uma palavra. Então perguntei a turma o que é sustentabilidade, a turma respondeu e eu expliquei que essa seria a palavra chave da segunda fase da oficina.  
Nesse momento só me restou agradecer a turma e a professora e pedir as alunas e aos alunos que não faltassem no dia seguinte para que pudéssemos fazer as atividades da segunda fase da oficina.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cordel do Manuel

O cordelista Jotacê Freitas.
Palestra do cordelista e pesquisador de cordel Jotacê Freitas a Escola Manuel Lisboa no dia 02 de junho do decorrente ano.

Apesar de muitas pessoas acreditarem que o cordel é nordestino, ele chegou ao Brasil com os portugueses, mas também não é português. O cordel na verdade é uma literatura popular universal que chegou ao Brasil com o nome de cordel porque em Portugal era vendido pendurado num cordão ( cordel).
Segundo o cordelista e pesquisador de cordel José Carlos Freitas (Jotacê Freitas), o cordel existe na França com o nome de literatura de pescoço ou literatura de cangote porque os livros são vendidos em uma bandeja pendurada no pescoço, na Espanha onde recebe o nome de folha solta, na Arábia com o nome de chacare, na Alemanha, na Itália e na África onde ha pouco tempo foram encontrados escritos de literatura de cordel com cerca de quinhentos anos.
Todas as pessoas sabem um cordel porque desde crianças brincam com , os versos “Batatinha quando nasce” e “Sete, sete são catorze” sem saber que são exemplos de cordel, por isso respeitando as regras podem fazer um cordel.
Para ser cordel é preciso haver rima, sete ou dez sílabas, está dividido em estrofes de quatro versos (quadra), seis versos (sextilha), sete versos (setilha), oito versos (oitava) ou dez versos (décima) e as rimas devem acontecer aos pares.
Com a ajuda da comunidade escolar Jotacê escreveu alguns cordéis.

X    minha vida é alegre    (mi / nha / vi /da /é a / le / gre) sete sílabas                     
A    Eu não posso me queixar      
X    Tomo banho de cachoeira                .
A     Isso me faz relaxar
X     Como, durmo, bebo e sonho
A     Fico em qualquer lugar  

É uma sextilha, pois possui seis versos.              
Rima aos pares X com X e A com A.
Possui sete sílabas.

O cordelista Jotacê Freitas e a coordenadora do
noturno Monalisa.
1      A Escola Manuel Lisboa           
2      Ensina com muito amor
3      Seja noite, ou seja dia
4      Pra você sair doutor
5      Não importa quem estuda
6      Pequeno, grande ou cantor.
Nesse cordel a rima acontece nos versos pares (2, 4 e 6).

Fotos da Palestra realizada por Jotacê Freitas.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Projeto Festejos Juninos Danado de Bom.

As manifestações culturais do povo da Região Nordeste

Esse projeto realiza uma abordagem significativa sobre a origem das festas juninas, enfatizando a importância do homem do campo, especificadamente da Região Nordeste, no que diz respeito aos seus costumes, vestuários, ocupações, alimentação, transportes e crenças, com o objetivo de socializar com as alunas e alunos a importância cultural religiosa dos festejos juninos e a valorização do trabalhador do campo.
As festas juninas representam um dos elementos culturais do povo nordestino, é composta por música caipira, apresentações de quadrilha, comidas e bebidas típicas, além de muita alegria. Consiste em numa homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro. Além da abordagem religiosa outras manifestações estão sendo abordadas de maneira significativa, dando as alunas e alunos o conhecimento da vasta cultura que permeia as festas do mês de junho como o valor cultural dos festejos juninos dentro do folclore brasileiro.
Por ser a Literatura de Cordel um tipo de literatura produzida por poetas populares que usam versos para contar fatos e temas de domínio público impressos em livrinhos bem simples, geralmente vendidos nas feiras livres, romarias, praças e ruas, no AC realizado no dia 06 / 05 / 2011, a comunidade escolar escolheu o Cordel  para ser abordado no projeto, pois para os nordestinos, a Literatura de Cordel representa a expressão dos costumes regionais.
Segundo a autora Andrea Cecília Ramal, no texto Língua Portuguesa: O quê e como ensinar, na Educação de Jovens e Adultos são muito apreciadas a utilização de obras da literatura de Cordel, porque muitos dos alunos tem raízes na cultura nordestina, por isso eles podem sentir-se mais à vontade com esse tipo de texto. O professor pode estimular inclusive, os alunos a produzirem cordéis, com trechos da matéria estudada, ou recontando em forma de poema uma história lida. Além de valorizar a cultura nacional e o mundo do aluno, essa é uma estratégia para iniciar a futura aproximação dos estudantes de outros tipos de produções artísticas.  

sábado, 4 de junho de 2011

Uma Professora muito Maluquinha

Uma magnífica criação de Ziraldo que é o sonho de todas as alunas e alunos.
Como seria bom se todas as crianças pudessem ter uma professora que as ensinassem a ler usando brincadeiras, que as mostrasse o quanto a leitura pode ser prazerosa e que buscasse conhecer cada uma delas para poder identificar o que há de melhor em cada uma e assim poder transformar cada criança em um ser único e o melhor em sua especialidade de modo que todas fossem especiais em alguma coisa que soubesse fazer com perfeição.
Como seria bom se todas as professoras e professores pensassem como a Professora Maluquinha que afirmou numa certa reunião de professores que a professora acrescenta ao homem o sentido que o completa quando ensina  ele a ler e escrever.
Se a realidade imitasse a ficção seria diferente , eu não entraria em uma escola onde todas as salas possuem uma estante (biblioteca) de Ziraldo e os alunos não sabem quem é Ziraldo, porque os livros são meros enfeites empoeirados.
Da mesma forma eu também não veria livros que fomentam a lei 11.645 / 08 serem guardados e esquecidos em armários porque as professoras e professores não sabem usá-los.
Não adianta doar livros nem criar leis é preciso formar professores(as) capacitado(a)s para saberem utilizar a biblioteca de forma correta e fazer valer a lei 11.645 / 08.
Comentários referentes ao livro Uma Professora muito Maluquinha do autor Ziraldo. 

terça-feira, 31 de maio de 2011

A Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008.


Material didático utilizado pelo Município
de Lauro de Lauro de Freitas.
   Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
Art. 1º O art. 26 – A da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação.
“Art. 26 – A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro- brasileira e indígena.
Inciso 1º O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
Inciso 2º Os conteúdos referentes a história e cultura afro- brasileira e dos grupos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileira”. (NR)
Art. 2º Esta Lei está em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 10 de março de 2008, 187º da Independência e 120º da República.