Trecho
da entrevista na qual o prof. André Lemos da Universidade Federal da Bahia explica
os três princípios fundamentais da cibercultura, o interessante é que a
explicação dele corresponde ao que o prof. Edvaldo comenta com a nossa turma
desde o início do semestre.
sexta-feira, 1 de março de 2013
1,6 milhão dizem “Fora Renan!”
Caros amigos do Brasil
Quando o Senado abriu suas portas na semana passada eles foram recebidos por um banner enorme com uma mensagem clara: 1,6 milhão dizem “Fora Renan!” Em seguida, surpreendemos o Senado ao entregar a nossa petição diretamente aos senadores de cinco partidos diferentes na frente de inúmeras câmeras de TV. Nós nos tornamos o pior pesadelo de Renan, e agora estamos levando este movimento para a próxima fase...
Quando o Senado abriu suas portas na semana passada eles foram recebidos por um banner enorme com uma mensagem clara: 1,6 milhão dizem “Fora Renan!” Em seguida, surpreendemos o Senado ao entregar a nossa petição diretamente aos senadores de cinco partidos diferentes na frente de inúmeras câmeras de TV. Nós nos tornamos o pior pesadelo de Renan, e agora estamos levando este movimento para a próxima fase...
Nas últimas três semanas, a nossa petição se tornou provavelmente a petição com maior crescimento no Brasil, e, em apenas alguns dias, enviamos 164.000 mensagens diretamente para as caixas de entrada de e-mails dos senadores. Quando mostramos a petição ao senador Cristovam Buarque, ele disse: "O Senado não tem o direito de virar as costas para essa questão", e o senador Pedro Simon disse, "Nós só vamos moralizar o Congresso dessa maneira, com vocês, as pessoas, tomando uma posição. Isso vai crescer, e juntos faremos as mudanças que precisamos!". A campanha esteve em toda a imprensa e foi destaque nas revistas semanais mais influentes fora do país.
Nossas vozes abalaram Brasília – deixamos claro que os brasileiros não aguentam mais nem corrupção nem Renan. Agora, alguns senadores estão começando a reagir e outros estão se amedrontando, e se aumentarmos a pressão, juntos podemos levá-los a abandonar Renan, e vencer.
Com esperança,
Pedro, Alex, Carol, Diego, Paul, Alice e toda a equipe da Avaaz.
“Fora Renan”
Caros amigos do Brasil,
Dentro de 48 horas, vamos entregar nossa poderosa petição com quase 1,6 milhão de assinaturas da campanha “Fora Renan” para o Senado. Mas para vencermos, precisamos, neste momento, aumentar a pressão - veja como:
Na última vez que Renan foi acusado de crimes e outras sujeiras, em 2007, os senadores criaram um bloco de oposição e se recusaram a trabalhar com ele até que ele renunciou. Nós podemos pedir que eles façam isso de novo. A pressão pública em cima de Renan é tão grande que apenas 35 senadores admitiram ter votado nele. A maioria é contra ele ou tem vergonha de dizer que votou nele. Se todos nós, agora, enviarmos e-mails diretamente para os senadores dizendo que não reconhecemos o voto secreto deles e exigirmos que tomem uma atitude para acabar com o reinado de Renan, antes que ele realmente comece,poderemos construir o quórum necessário para forçá-lo a sair.
Temos dois dias para transformar esta enorme petição em uma ação forte e fazer os senadores perceberem que a resposta deles agora poderá ser decisiva para suas reeleições. Vamos lembrar os senadores de que ele são responsáveis perante nós, o público. Não podem aceitar favores e acordos secretos! Eles devem voltar pra casa com a mensagem de que não iremos embora até que Renan esteja fora. Clique aqui para enviar uma mensagem urgente agora e compartilhe com todos:
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Educação e Tecnologias.
Os professores Diego Puppado e Carlos Omar Arancibia e a professora Maria Fernanda Ozollo da Universidade Cuyo situada na província de Mendonza na Argentina participaram de um intercâmbio
com o Grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologias (GEC), da Faculdade
de Educação da Universidade Federal da Bahia (Faced / UFBA), Grupo do qual o
nosso professor Edvaldo Couto faz parte.
No dia 22 / 02 / 2013 os professore(a)s visitaram a nossa turma e falaram um pouco sobre a
Universidade da qual fazem parte e das disciplinas que ministram.
O professor Diego falou sobre a província onde está localizada a Universidade Cuyo e sobre a instituição, A professora
Fernanda fez um breve comentário sobre a disciplina que ministra explicando
como está estruturado o currículo da Universidade em relação a inclusão
digital.
O professor Omar falou sobre a Educação Assistiva
que é muito parecida com a desenvolvida na Faculdade de Educação (FACED) e da
sua importância para a inclusão digital.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Tabuleiro Digital.
Tabuleiro Digital: Uma Experiência de Inclusão Digital em Ambiente Educacional é o título de um dos capítulos do livro Inclusão digital Polêmicas Contemporânea que é o segundo volume de uma coleção organizada pelo grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologias (GEC), da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Faced / UFBA).
O capítulo trata da relevância da cultura digital na
formação do(a)s professo(a)s através das experiências desenvolvidas com
determinadas ações como a adoção de softwares
livres nas universidades, a educação a distância (EAD) com a
intensificação do uso de ambiente livres a exemplo do Moodle, o envolvimento de
universidades com o programa Cultura Viva do Ministério da Cultura
através do desenvolvimento de projetos de Pontos e Pontões de Cultura.
Tendo como principal objeto de pesquisa o Tabuleiro Digital.
O Tabuleiro Digital é um projeto implantado em
2004 com o objetivo de favorecer a universalização do acesso às tecnologias da
informação, através da oferta de terminais de acesso público e livre à
computadores conectados à internet, objetivando, assim, a leitura/escrita de
e-mails e navegação na internet. (PRETTO; SAMPAIO; ROCHA, 2004,167).
Ao contrário do que
muitas pessoas pensam o Tabuleiro Digital não foi implantado apenas na
Faculdade de Educação (FACED) foi implantado também no município de Irecê
incorporado ao chamado Espaço UFBA e parte de um projeto maior de atuação da
Faced no município; e no bairro de Pirajá, em Salvador, numa parceria com o
projeto Onda Solidária de Inclusão Digital, coordenado pela professora Débora
Abdalla.
O Projeto foi nomeado de
“Tabuleiro Digital” inspirado nos tabuleiros das baianas de acarajé, por isso a
sua principal característica é o seu desenho arquitetônico e o uso intensivo de
software livre a partir de unidades removíveis, sem o uso de discos
rígidos internos, sendo dispostos em dois, quatro ou seis computadores em um
móvel. O móvel foi desenhado por Eduardo Rosseti que na época era mestrando de
arquitetura, ele buscou unir ao projeto inclusão digital elementos da cultura
local. Sendo assim havia a intenção de dar ao Tabuleiro Digital uma
característica presente nos tabuleiros das baianas de acarajé que é a presença
das pessoas ao seu redor, pois o mesmo no lugar onde chega tem a capacidade de
mudar a estrutura do espaço atraindo o interesse das pessoas.
O Tabuleiro Digital
possuía regras as quais não buscavam determinar o que as pessoas deveriam
acessar, mas sim o tempo disponível de uso a cada pessoa para que todas
pudessem fazer uso das máquinas o fato de não determinar o que as pessoas
podiam acessar causou polêmicas, porque muitas pessoas da comunidade
acadêmica não entendiam os jogos como atividade importante para o
desenvolvimento das crianças e adolescentes.
.
Ao ler este capítulo me
lembrei de quando cheguei a FACED e o Tabuleiro Digital já estava em
infelizmente acabando e mesmo assim com um equipamento precário e obsoleto
ainda havia nos halls de todos os andares crianças e adolescentes das
comunidades vizinhas utilizando os computadores do Tabuleiro Digital, percebi
pelos comentários de alguns aluno(a)s tanto de semestre anteriores como da
turma da qual eu faço parte certa rejeição, que estava envolvida por muito
preconceito em aceitar a presença de pessoas que não faziam parte do mundo
acadêmico, pois este(a)s acreditavam que o Projeto só deveria ser para o(a)s
aluno(a)s da unidade (FACED), em seu egoísmo não percebiam que eram apenas
crianças e adolescentes que não tinham computador em casa e que utilizavam o
espaço do Tabuleiro como momento de lazer e a única forma de se INCLUIR
SOCIALMENTE.
Tabuleiro Digital: Uma Experiência de Inclusão Digital em Ambiente Educacional
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Cadê a Inclusão digital?
A UFBA oferece aos/as aluno(a)s bolsistas PIBIC o curso de inglês PROFICI / PROEMI / ENGLISH. Para o(a)s aluno(a)s que não tem computador e não possuem renda que permita a compra do mesmo o Programa oferece o adiantamento de três meses de pagamento da bolsa ou empresta um notebook que será devolvido no final do curso, pois o curso de inglês oferece aulas online aos sábados, apesar do beneficio ainda há na FACED muitos os casos de aluno(a)s bolsistas que não possuem computador.
No grupo de pesquisa que faço pare Rede Cooperativa de Pesquisa e Intervenção em (In)formação, Currículo e Trabalho (REDPECT) duas das quatro bolsistas PIBIC se inscreveram a quase um ano, no entanto nunca receberam o notebook.
No grupo de pesquisa que faço pare Rede Cooperativa de Pesquisa e Intervenção em (In)formação, Currículo e Trabalho (REDPECT) duas das quatro bolsistas PIBIC se inscreveram a quase um ano, no entanto nunca receberam o notebook.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Inclusão Digital de Idosos como exercício de Cidadania.
Ao ingressar na faculdade percebi o quanto a comunidade acadêmica tem uma visão limitada em relação à inclusão e a construção de projetos relacionados à permanência de aluno(a)s na universidade. A concepção limitada sobre a vasta temática inclusão se faz presente na figura das minhas colegas ditas “idosas” que são vistas por muitas pessoas como vovós que deveriam ficar em casa tricotando e cuidando do(a)s neto(a)s, mas elas não são apenas vovós também são universitárias e o mínimo que a academia deveria fazer era se orgulhar da presença delas e se preparar para recebe-las com dignidade.
Digo isso porque no curso de pedagogia não é levado em consideração o fato da maioria dessas pessoas não terem tido acesso ao mundo digital e que por esse motivo não conseguem utilizar o computador com a mesma agilidade do(a)s aluno(a)s que estão inserido(a)s no mundo digital. A pessoa idosa tem condições de aprender a utilizar o computador da mesma forma que aprendeu por necessidade a usar outras tecnologias como: carros e eletrodomésticos mais sofisticados e os caixas de banco, o computador também é necessário porque com ele essas pessoas viajam o mundo e driblam a solidão através das redes sociais.
Digo isso porque no curso de pedagogia não é levado em consideração o fato da maioria dessas pessoas não terem tido acesso ao mundo digital e que por esse motivo não conseguem utilizar o computador com a mesma agilidade do(a)s aluno(a)s que estão inserido(a)s no mundo digital. A pessoa idosa tem condições de aprender a utilizar o computador da mesma forma que aprendeu por necessidade a usar outras tecnologias como: carros e eletrodomésticos mais sofisticados e os caixas de banco, o computador também é necessário porque com ele essas pessoas viajam o mundo e driblam a solidão através das redes sociais.
O Projeto PotenciaIdade: A Inclusão digital de idosos como exercício de cidadania foi realizado na Unidade Acadêmica Instituto de Geriatria e Gerontologia (Geronbio / IGG/PUCRS), da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, tendo como responsáveis Newton Luiz Terra/Diretor do Instituto de Geriatria e Gerontologia (terranl@pucrs.br), Rodolfo Herberto Schneider/Coordenador do Programa de Pós-graduação em Gerontologia Biomédica (rodolfo.schneider@pucrs.br), Carla Helena Augustin Schwanke / coordenadora do Projeto PotencialIdade (schwanke@pucrs.br) com o objetivo de prompver a inclusão digital de idosos para o exercício da cidadania e conscientização dos direitos sociais por isso:
No presente Projeto parte-se da premissa de que idosos conscientes de seu potencial para a aprendizagem e de sua corresponsabilidade com o próprio desenvolvimento, ao dominarem as rotinas de uso de ferramentas informatizadas, tornam-se idosos impulsionados por metas motivacionais para a aprendizagem, o reconhecimento e a valorização na família e na sociedade e o auto reconhecimento e a autovalorização (ALONSO TAPIA, 2005).
A partir do momento que a Unidade (Geronbio / IGG/PUCRS) utilizou idosos como objetos de pesquisa sobre inclusão digital e obteve bons resultados está provado que as academias precisam ampliar o conceito em relação a inclusão digital para que de fato ela aconteça sem que alguns aluno(a)s fiquem pelo meio do caminho.
Projeto PotenciaIdade: A Inclusão digital de idosos como exercício de cidadania
Projeto PotenciaIdade: A Inclusão digital de idosos como exercício de cidadania
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