sábado, 2 de março de 2013

O Currículo de Pedagogia.


A professora Maria Fernanda Ozollo em sua explicação falou que até o ano de 2012 o currículo do curso de formação de professore(a)s na faculdade em que ela trabalha tinha apenas uma disciplina correspondente a inclusão digital, mas o mesmo foi reformado e no curso passou a existir quatro disciplinas relacionadas à inclusão digital: Alfabetização Digital, Redes Sociais, Tecnologia e Educação e Didática e Tecnologia ofertadas nessa ordem em semestres diferentes. Segundo a professora o currículo do curso passou por reforma porque o objetivo do mesmo é formar professo(a)s capazes de atuar em sala de aula promovendo a inclusão digital, pois a tecnologia é um direito a inclusão social é uma forma de conexão com o mundo, com  outras pessoas.
O currículo de pedagogia atualmente é muito técnico porque está voltado para os métodos que o(a)s aluno(a)s devem usar, mas infelizmente não prioriza a formação do(a)s futuro(a)s professore(a)s considerando as questões sociais como: Educação das Relações Etnorraciais, Educação e Tecnologias (Inclusão digital), Educação do Campo e as modalidades (Educação de Jovens e Adultos, Educação de pessoas com necessidades educativas especiais e Educação profissional). Sei que não seria possível um currículo que desse conta de uma temática tão ampla com a inclusão social durante a graduação, mas já passou da hora da Instituição buscar meios de modificar o currículo como criar cursos de especialização para graduando(a)s em pedagogia, ou seja assim como existem alguns cursos de graduação que após  quatro anos de bacharelado o(a)s aluno(a)s podem estender o curso para licenciatura, no caso de Pedagogia o(a)s aluno(a)s após quatro anos de cursos estenderiam por mais um ano ou dois anos e sairiam da faculdade graduado(a)s e especialistas em uma das áreas citadas anteriormente. É preciso buscar meios para fomentar um currículo de fato inclusivo porque da forma como está todos os anos a Faculdade de Educação (FACED) forma e formará professore(a)s descompromissados com o social e aptos a fomentar o currículo excludente.

O que é Tecnologia Assistiva?

O que é Tecnologia Assistiva?
É um termo usado para definir, identificar todas as formas de recurso e serviços que colaboram para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com alguns comprometimentos físico e/ou mental e assim poder proporcionar a elas Vida Independente e Inclusão social.
Tecnologia Assistiva não combina com produção em série, logo pensar na mesma é pensar em exclusividade porque é preciso lembrar que cada pessoa apresenta um comprometimento como se fosse uma impressão digital, logo a necessidade de criar meios para suprir de forma individual.
Outro ponto interessante em relação à Tecnologia Assistiva a sua principal característica que está voltada para a Vida Independente e Inclusão social, sendo assim ela não está voltada apenas para criar meios das pessoas utilizarem apenas o computador é seu objetivo criar meios para facilitar a vida das pessoas com comprometimentos físico e/ou mental em sua totalidade e assim poder proporcionar a elas Vida Independente e Inclusão social.
Segue abaixo materiais referentes ao conteúdo que eu falei durante a aula:.
  • Tecnologia Assistiva: Prof. Teófilo Alves Galvão Filho.
http://www.galvaofilho.net/
  • Tese de doutorado do Prof. Teófilo Alves Galvão Filho
http://www.galvaofilho.net/tese.htm
  • Aluno Especial | Programa de Pós-Graduação em Educação (FACED)
          www.pgedu.faced.ufba.br/aluno-especial


sexta-feira, 1 de março de 2013

Princípios Fundamentais da Cibercultura


Trecho da entrevista na qual o prof. André Lemos da Universidade Federal da Bahia explica os três princípios fundamentais da cibercultura, o interessante é que a explicação dele corresponde ao que o prof. Edvaldo comenta com a nossa turma desde o início do semestre.


Entrevista completa.

1,6 milhão dizem “Fora Renan!”

Caros amigos do Brasil

Quando o Senado abriu suas portas na semana passada eles foram recebidos por um banner enorme com uma mensagem clara: 1,6 milhão dizem “Fora Renan!” Em seguida, surpreendemos o Senado ao entregar a nossa petição diretamente aos senadores de cinco partidos diferentes na frente de inúmeras câmeras de TV. Nós nos tornamos o pior pesadelo de Renan, e agora estamos levando este movimento para a próxima fase...
Nas últimas três semanas, a nossa petição se tornou provavelmente a petição com maior crescimento no Brasil, e, em apenas alguns dias, enviamos 164.000 mensagens diretamente para as caixas de entrada de e-mails dos senadores. Quando mostramos a petição ao senador Cristovam Buarque, ele disse: "O Senado não tem o direito de virar as costas para essa questão", e o senador Pedro Simon disse, "Nós só vamos moralizar o Congresso dessa maneira, com vocês, as pessoas, tomando uma posição. Isso vai crescer, e juntos faremos as mudanças que precisamos!". A campanha esteve em toda a imprensa e foi destaque nas revistas semanais mais influentes fora do país.
Nossas vozes abalaram Brasília – deixamos claro que os brasileiros não aguentam mais nem corrupção nem Renan. Agora, alguns senadores estão começando a reagir e outros estão se amedrontando, e se aumentarmos a pressão, juntos podemos levá-los a abandonar Renan, e vencer.
Com esperança,
Pedro, Alex, Carol, Diego, Paul, Alice e toda a equipe da Avaaz.

“Fora Renan”

 Caros amigos do Brasil, 



Dentro de 48 horas, vamos entregar nossa poderosa petição com quase 1,6 milhão de assinaturas da campanha “Fora Renan” para o Senado. Mas para vencermos, precisamos, neste momento, aumentar a pressão - veja como:
Na última vez que Renan foi acusado de crimes e outras sujeiras, em 2007, os senadores criaram um bloco de oposição e se recusaram a trabalhar com ele até que ele renunciou. Nós podemos pedir que eles façam isso de novo. A pressão pública em cima de Renan é tão grande que apenas 35 senadores admitiram ter votado nele. A maioria é contra ele ou tem vergonha de dizer que votou nele. Se todos nós, agora, enviarmos e-mails diretamente para os senadores dizendo que não reconhecemos o voto secreto deles e exigirmos que tomem uma atitude para acabar com o reinado de Renan, antes que ele realmente comece,poderemos construir o quórum necessário para forçá-lo a sair. 
Temos dois dias para transformar esta enorme petição em uma ação forte e fazer os senadores perceberem que a resposta deles agora poderá ser decisiva para suas reeleições. Vamos lembrar os senadores de que ele são responsáveis perante nós, o público. Não podem aceitar favores e acordos secretos! Eles devem voltar pra casa com a mensagem de que não iremos embora até que Renan esteja fora. Clique aqui para enviar uma mensagem urgente agora e compartilhe com todos:

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Educação e Tecnologias.


Os professores Diego Puppado e  Carlos Omar Arancibia e a professora Maria Fernanda Ozollo da Universidade Cuyo situada na província de Mendonza na Argentina participaram de um intercâmbio com o Grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologias (GEC), da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Faced / UFBA), Grupo do qual o nosso professor Edvaldo Couto faz parte.
No dia 22 / 02 / 2013 os professore(a)s visitaram a nossa turma e falaram um pouco sobre a Universidade da qual fazem parte e das disciplinas que ministram.
O professor Diego falou sobre a província onde está localizada a Universidade Cuyo e sobre a instituição, A professora Fernanda fez um breve comentário sobre a disciplina que ministra explicando como está estruturado o currículo da Universidade em relação a inclusão digital.
O professor Omar falou sobre a Educação Assistiva que é muito parecida com a desenvolvida na Faculdade de Educação (FACED) e da sua importância para a inclusão digital.
   

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Tabuleiro Digital.


Tabuleiro Digital: Uma Experiência de Inclusão Digital em Ambiente Educacional é o título de um dos capítulos do livro Inclusão digital Polêmicas Contemporânea que é o segundo volume de uma coleção organizada pelo grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologias (GEC), da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Faced / UFBA).

O capítulo trata da relevância da cultura digital na formação do(a)s professo(a)s através das experiências desenvolvidas com determinadas ações como a adoção de softwares livres nas universidades, a educação a distância (EAD) com a intensificação do uso de ambiente livres a exemplo do Moodle, o envolvimento de universidades com o programa Cultura Viva do Ministério da Cultura através do desenvolvimento de projetos de Pontos e Pontões de Cultura. Tendo como principal objeto de pesquisa o Tabuleiro Digital.
O Tabuleiro Digital é um projeto implantado em 2004 com o objetivo de favorecer a universalização do acesso às tecnologias da informação, através da oferta de terminais de acesso público e livre à computadores conectados à internet, objetivando, assim, a leitura/escrita de e-mails e navegação na internet. (PRETTO; SAMPAIO; ROCHA, 2004,167).
Ao contrário do que muitas pessoas pensam o Tabuleiro Digital não foi implantado apenas na Faculdade de Educação (FACED) foi implantado também no município de Irecê incorporado ao chamado Espaço UFBA e parte de um projeto maior de atuação da Faced no município; e no bairro de Pirajá, em Salvador, numa parceria com o projeto Onda Solidária de Inclusão Digital, coordenado pela professora Débora Abdalla.
O Projeto foi nomeado de “Tabuleiro Digital” inspirado nos tabuleiros das baianas de acarajé, por isso a sua principal característica é o seu desenho arquitetônico e o uso intensivo de software livre a partir de unidades removíveis, sem o uso de discos rígidos internos, sendo dispostos em dois, quatro ou seis computadores em um móvel. O móvel foi desenhado por Eduardo Rosseti que na época era mestrando de arquitetura, ele buscou unir ao projeto inclusão digital elementos da cultura local. Sendo assim havia a intenção de dar ao Tabuleiro Digital uma característica presente nos tabuleiros das baianas de acarajé que é a presença das pessoas ao seu redor, pois o mesmo no lugar onde chega tem a capacidade de mudar a estrutura do espaço atraindo o interesse das pessoas.
O Tabuleiro Digital possuía regras as quais não buscavam determinar o que as pessoas deveriam acessar, mas sim o tempo disponível de uso a cada pessoa para que todas pudessem fazer uso das máquinas o fato de não determinar o que as pessoas podiam acessar causou polêmicas, porque muitas pessoas da comunidade acadêmica não entendiam os jogos como atividade importante para o desenvolvimento das crianças e adolescentes.   .
Ao ler este capítulo me lembrei de quando cheguei a FACED e o Tabuleiro Digital já estava em infelizmente acabando e mesmo assim com um equipamento precário e obsoleto ainda havia nos halls de todos os andares crianças e adolescentes das comunidades vizinhas utilizando os computadores do Tabuleiro Digital, percebi pelos comentários de alguns aluno(a)s tanto de semestre anteriores como da turma da qual eu faço parte certa rejeição, que estava envolvida por muito preconceito em aceitar a presença de pessoas que não faziam parte do mundo acadêmico, pois este(a)s acreditavam que o Projeto só deveria ser para o(a)s aluno(a)s da unidade (FACED), em seu egoísmo não percebiam que eram apenas crianças e adolescentes que não tinham computador em casa e que utilizavam o espaço do Tabuleiro como momento de lazer e a única forma de se INCLUIR SOCIALMENTE.

Tabuleiro Digital: Uma Experiência de Inclusão Digital em Ambiente Educacional