sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Uma análise de Gênero considerando a sociedade contempororânea: pós-moderna e cibercultura.

 Heteronormatividade é  um termo usado para descrever situações nas quais variações da orientação heterossexual são marginalizadas, ignoradas ou perseguidas por práticas sociais, crenças ou políticas. Isto afirma a ideia de que os seres humanos incidem em duas categorias distintas e complementares: macho e fêmea; que relações sexuais e maritais são aceitas e ditas “normais” somente entre pessoas de sexo diferente; e que cada sexo tem certos papéis naturais na vida. Assim, sexo físico, identidade de gênero e papel social de gênero deveriam enquadrar quaisquer pessoa dentro de normas integralmente masculinas ou femininas.
A atitude do parlamento de Uganda em querer aprovar uma lei brutal que implicaria na pena de morte para os homossexuais ugandenses e o aumento dos crimes homofóbicos no Brasil é o reflexo de uma sociedade preconceituosa, heteronormativa. Aceitar ou não a orientação sexual das outras pessoas é natural desde quando haja a tolerância e o respeito, respeito que impedirá a aprovação de leis absurdas e o extermínio de seres humanos gays e lésbicas.
Pessoal,
Lembra que durante a aula quando comentavamos sobre gênero uma das temáticas  expressa noVideo "Pós-modernidade" e o professor falou que as fronteiras de gênero já não são mais as mesmas?
Vejam a matéria abaixo:

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Um Pedido de Socorro




No dia 21 / 11 deste ano recebi este e-mail, apesar do apelo do mesmo está ultrapassado fiz a postagem com intuito de fazer as pessoas refletirem sobre a as imposições da sociedade heteronormativa.
Mensagem original da Avaaz.org - The World in Action
Avaaz.org - The World in Action
Caros amigos,

Em poucas horas, Uganda pode aprovar uma lei que poderia impor a pena de morte para a homossexualidade. Uma enorme manifestação global engavetou essa lei no ano passado -- nós precisamos aumentar a pressão urgentemente para pressionar o presidente Museveni a apoiar os direitos humanos e impedir essa lei brutal. Assine abaixo, e conte a todos:
Sign the petition!


O parlamento de Uganda pode aprovar uma lei brutal que implicaria na pena de morte para a homossexualidade. Se eles fizerem isso, milhares de ugandenses poderiam ser executados, apenas por serem gays.
Nós ajudamos a impedir esta lei antes, e podemos fazê-lo novamente. Depois de uma enorme manifestação global ano passado, o presidente ugandense Museveni bloqueou o avanço da lei. Mas os distúrbios políticos estão crescendo em Uganda, e extremistas religiosos no parlamento estão esperando que a confusão e violência nas ruas distraia a comunidade internacional nesta segunda tentativa de aprovar essa lei feita de ódio. Nós podemos mostrar a eles que o mundo ainda está observando.
Nós não temos tempo a perder. Vamos nos unir em 1 milhão de vozes contra a pena de morte para gays em Uganda nas próximas 24 horas -- entregaremos a petição para os líderes de Uganda e países influentes. Clique aqui para agir, e então encaminhe este e-mail para todos:

Ser gay em Uganda já é perigoso e aterrorizante. LGBTs em Uganda são frequentemente assediados e espancados, e no ano passado o ativista de direitos gays David Kato (foto acima), foi brutalmente assassinado em sua própria casa. Agora os ugandenses da comunidade LGBT estão ainda mais ameaçados por essa lei draconiana que pode impor prisão perpétua a pessoas condenadas por relações com o mesmo sexo e a pena de morte para "criminosos graves". Até mesmo ONGs trabalhando para prevenir a disseminação do HIV podem ser condenadas por "promover a homossexualidade" sob essa lei feita de ódio.

Com esperança e determinação,

Emma, Iain, Alice, Luis, Ricken, Joseph, Michelle e toda a equipe da Avaaz



sexta-feira, 15 de julho de 2011

A Importância do Ato de Ler.


No Brasil ainda persiste a ideia de que saber ler é saber a descodificação pura e simplesmente da palavra escrita ou da linguagem escrita, o que é um equivoco porque saber ler é acima de tudo além de descodificar as palavrasou as linguagens escritas é saber interpretar e produzir textos com total domínio e entendimento sobre o assunto lido.
Uma pessoa que apenas lê, mas não é capaz de explicar ou escrever sobre o material lido é um analfabeto funcional, é uma pessoa que não tem a capacidade infelizmente de ler plenamente o mundo ao seu redor, é alguém que vota, mas não entende o discurso dos políticos, que lê uma bula de remédio e não percebe as informações necessárias ao paciente, enfim é uma pessoa fácil de ser dominada porque ao tomar conhecimento das leis é incapaz de interpretá-las e consequentemente de reivindicar os seus direitos.
É na escola que a criança aprende a ler e escrever, mas nem sempre a instituição escolar desenvolve no(a) educando(a) o senso crítico e na maioria das vezes esse(a) educando(a) se torna um(a) adulto(a) desconhecedor(a) dos seus direitos e deveres, portanto saber ler é desenvolver o senso crítico que nos permite reivindicar, descordar, criticar e argumentar nos tornando cidadão(ã)s pleno(a)s conhecedore(a)s dos nossos direitos e deveres capazes de lutar contra regimes ditatoriais e tiranos, políticos demagogos e currículos preconceituosos e excludentes.
Quando li o livro A Importância do Ato de Ler de Paulo Freire percebi o quanto a prática pedagógica é política, pois ao ler sobre a população de São Tomé e Príncipe percebi que mesmo antes de saber ler as pessoas já eram capazes de analisar o mundo ao seu redor e tomar decisões porque eram constantemente incentivadas pela educação que lhes era oferecida, logo o senso crítico foi desenvolvido à medida que a população ia aprendendo a ler as palavras e o mundo ao seu redor mesmo que fosse uma analise a partir de um quadro na parede.   
Entre as inúmeras recordações que guardo da prática dos debates nos Círculos de Cultura de São Tomé, gostaria de referir-me agora a uma que me toca de modo especial. Visitávamos  um Círculo numa pequena comunidade pesqueira chamada Monte Mário. Tinha-se como geradora a palavra bonito, nome de um peixe, e como codificação um desenho expressivo do povoado, com sua vegetação, as suas casas típicas, com barcos de pesca ao mar e um pescador com um bonito à mão. O grupo de alfabetizandos olhava em silêncio a codificação. Em certo momento, quatro entre eles se levantaram, como se tivessem combinado, e se dirigiram até a parede em que estava fixada a codificação (o desenho do povoado). Observaram a codificação de perto, atentamente. Depois, dirigiram-se à janela da sala onde estávamos. Olharam o mundo lá fora. Entreolharam-se, olhos vivos, quase surpresos, e, olhando mais uma vez a codificação, disseram: É Monte Mário. Monte Mário é assim e não sabíamos". Através da codificação, aqueles quatro participantes do Círculo "tomavam distância" do seu o mundo e o re-conheciam. Em certo sentido, era como se estivessem "emergindo" do seu mundo, "saído" dele, para melhor conhecê-lo. No Círculo de Cultura, naquela tarde, estavam tendo uma experiência diferente: "rompiam" a sua "intimidade" estreita com Monte Mário e punham-se diante do pequeno mundo da sua quotidianidade como sujeitos observadores (FREIRE, PAULO. 2009. p 43 / 44).
Ver Freire, Paulo. A Importância do Ato de Ler. São Paulo: Cortez, 2009.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Vincent Willem Van Gogh.

Resenha do filme Sede de Viver do diretor Vincente Minnelli que retrata a vida do artista holandês Vincent Willem Van Gogh, associado ao texto do autor Adolfo Sánches Vázquez “As Ideias Estéticas de Marx”; tradução de Carlos Nelson Coutinho. 2ª edição, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1978, páginas 285 a 311. (Disciplina:EDC 314 - Arte - Educação).

O filme começa em 1877 contando o período em que Vincent Willem Van Gogh realiza um serviço religioso em uma vila de mineiros na Bélgica, nesse momento ele buscava seguir a vida religiosa do pai, mas como não tinha vocação foi enviado para essa vila por ser um local inóspito onde as pessoas viviam em situação subumana e o clero tinha interesse em manter um religioso no local, a experiência não obteve êxito porque Van Gogh ao tomar conhecimento da real situação dos moradores da vila se envolve com as pessoas e passa a ajudá-las, a ajuda não é aceita pelo clero porque ele doa tudo que tem ficando numa situação de pobreza extrema, logo com uma aparência ruim fugindo ao padrão de boa aparência que o clero exigia para os seus missionários.  
Nessa vila Van Gogh viveu em condições deploráveis sem dar noticias a família, o que fez com que seu irmão Théo fosse visitá-lo e o levasse de volta a Holanda para que a família pudesse cuidar dele. Junto à família Van Gogh se recupera e se dedica a elaboração de vários desenhos a lápis, mas nesse período ele resolve expressar o seu amor pela prima uma jovem viúva com um filho pequeno, como o seu amor pela prima não foi correspondido ele sofre uma desilusão amorosa e se muda para Paris local onde seu irmão trabalha como negociante de artes.
Em Paris Van Gogh faz contato com diversos artistas impressionistas e conhece Paul Gauguin que se tornou seu melhor amigo, influenciado por Gauguin, ele procura lugares isolados para pintar e se muda para a cidade de Arles, ao sul da França uma região rica em paisagens rurais, algum tempo depois Gauguin influenciado por Théo vai morar com Van Gogh, a situação precária em que viviam e a deterioração mental de Van Gogh faz com que os dois não continuem juntos o que leva Van Gogh a ter uma crise nervosa e num momento de desespero ele corta um padaço da sua orelha esquerda. Théo o seu irmão é avisado por Gauguin e vai em socorro de Van Gogh, que pede ao irmão para ser internado em um manicômio, ele é internado quando parece está se recuparando volta a pintar, mas em uma outra crise nervosa comete suicidio.  Van Gogh morre em uma tarde ensolarada assim como ele pinta em um dos seus quadros “O Ceifeiro nos Trigais Amarelos” como sendo o ceifeiro a morte em um campo amarelo de trigo, não a morte asustadora mas a morte bonita em uma tarde ensolarada, creio que por ser o verão a estação que ele mais gostava porque a natureza expressava cores vibrantes e ele podia sair para pintar ao ar livre em busca da luz.
No capítulo 13, “O Capitalismo e a Arte de Massas” Adolfo Vazquez afirma que: não apenas o homem-massa perde com a pseudo-arte, perde com essa massificação todos os homens, a  arte autêntica, a arte como expressão do especificamente humana, da natureza criadora do homem, estabelecendo entre o homem-massa e a arte verdadeira um diálogo de surdos que não estabelece uma relação apropriada exigida pelo objeto artístico e como consequência a arte verdadeira não pode ser apreciada. Esta surdez ou cegueira faz com que o público prefira os produtos mais inconsistentes do ponto de vista estético ao invés de preferir os que oferecem valores estéticos mais elevados. Dessa forma artistas como Van Gogh que utilizava tons fortes e movimento cuja a arte expressava características que fugiam as exigidas pelo mercado não eram aceitos e por tanto não conseguiam atingir o mercado consumidor.  
A vida do pintor foi marcada por fracassos, para a época em que viveu Van Gogh falhou em todos os aspectos importantes, pois foi incapaz de constituir família, custear a própria subsistência ou até mesmo manter contatos sociais, viveu da mesada que Théo o enviava, pois só vendeu uma das várias obras que fez “O Vinhedo Vermelho”, a época em que ele viveu a sua arte não atendia aos padrões artísticos, Van Gogh pitava com emoção, fazia questão de expressar os seus sentimentos independente de agradar ou não ao mercado consumidor, ele fazia uma arte que não atendia a minoria, a elite nem atendia a maioria , o povo, contrapondo a ideia de Ortega no capítulo 14 O Dilema “Arte de Minorias ou Arte de Massas” quando afirmar que os homens estão divididos em duas ordens ou níveis os egrégios e os vulgares e que a arte seria própria dos egrégios ou seja da minoria, realmente Ortega tinha razão, mas a arte de Van Gogh, não foi aceita porque nesse momento a cegueira e a surdez artística não permitiram a sociedade da época ver o valor artístico das suas obras.
Adolfo Vázquez afirma no capítulo 15 “A Arte Verdadeiramente Popular” que a arte verdadeira é a que não se deixa aprisionar nos limites asfixiantes do dilema tão caro a Ortega y Gasset: ou minorias egrégias ou massas gregárias. Analisando as obras de Van Gogh em relação a sociedade da época em que ele viveu que não sobe perceber o valor artístico de suas obras considerando a afirmativa de Vázquez é possível perceber que a arte expressa por Van Gogh é a verdadeira arte, pois em nenhum momento o artista se deixou influenciar pela sociedade industrial capitaista, sendo fiel ao seu estilo, Van Gogh sustenta a ideológia de que a arte era uma forma de  expressar os seus sentimentos, ideológia que o fez morrer pobre sem ver o seu potencial artistico reconhecido. 

A Casa Amarela - 1888.

Vinhedo Vermelho ou
A Vinha Encarnada - 1888.














Os Girassois - 1889



O Ceifeiro nos Trigais Amarelo.
 

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A Festa de São João.












No dia 16 de junho a tarde eu (Noemia) a estagiária e Nhara Célia a vice diretora do noturno saímos para comprar os produtos que compõe o balaio junino, para comprar os produtos do balaio foi utilizado parte do dinheiro arrecadado com a rifa e doações feitas pelas professoras, diretora e coordenadora da escola.
Compramos milho, fubá de milho, tapioca, leite de coco, margarina, canjiquinha de caixa, bolo pré-pronto, aipim, leite de gado, milho de pipoca, arroz e açúcar. Voltamos à escola, Nhara pegou o balaio para arrumar e os produtos que já estavam na dispensa como: amendoim, laranja, macarrão, feijão, biscoito, óleo e licor. Arrumamos o balaio que por sinal ficou muito generoso.
A professora Zeni foi fazer os bilhetes para o sorteio do balaio e das garrafas de licor, Nhara pediu que eu fosse a minha casa buscar uma extensão e uma caixa que seria utilizada para facilitar na hora do ganhador ou ganhadora do balaio levar os produtos para casa, enquanto eu sai a diretora Ana Cremilda e Nhara foram  arrumar a mesa de São João, quando eu cheguei a mesa ainda estava sendo arrumada, terminamos de arrumar a mesa e fomos para a cozinha, na cozinha tudo já tinha sido preparado por D. Odete e Vera , as merendeiras, colocamos algumas comidas típicas do São João na mesa deixando espaço para os pratos que as alunas e os alunos iriam trazer. Como tudo já estava arrumado eu voltei para minha casa e me arrumei para a festa que seria a noite.
 A noite as alunas e os alunos foram chegando e colocando os pratos típicos do São João na mesa, Valter um ex aluno da escola ficou operando o som, a professora Zeni organizou a brincadeira das argolas onde o vencedor ou vencedora ganharia uma garrafa de licor, a brincadeira consistia em jogar uma argola para acertar no gargalo de uma garrafa peti, quem acertasse mais argolas seria o vencedor. O vencedor foi o aluno Maurício.
Após a brincadeira das argolas deu início a quadrilha, fizeram parte da quadrilha alunas e alunos da escola, uma ex-aluna da escola, a coordenadora Monalisa, a voluntária Rita, o funcionário da secretária Marcos, a estagiária Vitória, Nhara como a marcadora da quadrilha e o ex-aluno Valter operando o som. 
A quadrilha foi muito animada parecia ter ensaiado, mas na realidade só ensaiou na véspera da festa, na quadrilha da Escola Manuel Lisboa aconteceu algo que eu nunca vi em nenhuma quadrilha, quando chegava uma pessoa e ela queria participar simplesmente arrumava um par e entrava na quadrilha que seguia animada.
Francisca, Maurício e Antônio.

Depois da apresentação da quadrilha as pessoas se reuniram para o sorteio do balaio e  o0 sorteio de duas garrafas de licor, quem ganhou o balaio foi a aluna do Estágio 3 Francisca, uma garrafa de licor quem ganhou também foi o aluno Maurício e a outra quem ganhou fio aluna Paula .
A festa de São João foi uma grande confraternização para à comunidade escolar e visitantes, foi o início de uma pequena pausa durante os festejos juninos, pois as alunas e os alunos retornarão a escola no dia quatro de julho.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Projeto Biodiversidade e Sustentabilidade

Palestra: Sustentabilidade, Plante essa Ideia













A palestra foi realizada no dia 14 de junho na área descoberta, no pátio que fica na entrada da escola.
Quando a professora Iraci chegou distribuiu placas de cartolina entre as alunas e os alunos com palavras escritas para incentivar a participação das pessoas presentes principalmente das alunas e dos alunos. A professora Ana Cláudia deu inicio a palestra falando sobre Sustentabilidade e a Lei dos Três Erres e em seguida mostrou slades com as fotos das alunas e dos alunos durante a oficina do dia anterior e passou a palavra para a professora Iraci.
A professora Iraci dividiu a palestra em vinte partes correspondentes a assuntos relaciona dos ao meio ambiente, por isso ela distribuiu vinte placas que foram enumeradas seguindo uma sequência. A forma como a professora conduziu a palestra foi interessante primeiro ela celou um acordo com a platéia determinando que as pessoas devem participar, pois é proibido ficar calado.
A professora Iraci começou falando sobre sustentabilidade em seguida pediu que a pessoa com a placa número um levantasse para que todas as pessoas vissem a resposta, o interessante é que no inicio a platéia inibida só murmurava a resposta, mas a medida que o tempo foi passando ficou empolgada e interagiu com a palestrante, dessa forma a professora Iraci  segui ir até o fim interagindo com as pessoas presentes.
Após a palestra foi servido um lanche para todas as pessoas  
O trabalho realizado pela professora Iraci nos dias 13 e14 de junho deu certo porque ela desenvolveu atividades coerentes a alunas e alunos do EJA em todo momento ela se utilizava de fatos do cotidiano dessas pessoas para exemplificar as explicações sobre os conteúdos, essa atitude da professora fez com que as alunas e alunos perdessem a vergonha e interagisse com ela como se a conhecesse a muito tempo
De certo modo tanto a professora Ana Cláudia quanto a professora Iraci buscaram associar o trabalho manual e o  trabalho  intelectual a aprendizagem das alunas e dos alunos, assim como afirma Paulo Freire.

“A educação das crianças, dos jovens e dos adultos tem uma importância muito grande na formação do homem novo e da mulher nova. Ela tem de ser uma educação nova também, que estamos procurando pôr em prática de acordo com as nossas possibilidades. Uma educação completamente diferente da educação colonial. Uma educação pelo trabalho, que estimule a colaboração e não a competição. Uma educação que dê valor à ajuda mútua e não ao individualismo, que desenvolva o espírito crítico e a criatividade, e não a passividade. Uma educação que se fundamenta na unidade entre a prática e a teoria, entre o trabalho manual e o trabalho intelectual e que, por isso, incentive os educandos a pensar certo.” (FREIRE, 2009 p. 86)    
Ver Freire, Paulo. A Importância do Ato de Ler. São Paulo: Cortez, 2009.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Oficina sobre reciclagem do Projeto Biodiversidade e Sustentabilida


A professora  Iraci Gomes Bonfim.

A professora Iraci ensinando as alunas.







 Sustentabilidade, Plante essa  Ideia.

No dia 13 de junho algumas carteiras escolares foram arrumadas no pátio coberto porque o tempo ameaçava chover e na sala vizinha ao pátio foi arrumado o lanche das pessoas envolvidas com o projeto.
Quando a professora Iraci Gomes Bonfim chegou à escola a professora Ana Cláudia a apresentou as pessoas presentes e deu início a oficina. A professora Iraci iniciou a oficina falando sobre algumas experiências no interior do estado com oficinas de reciclagem e o quanto uma dessas oficinas ajudou uma moça chamada Luzia.
Luzia estava vivendo uma situação muito difícil, pois no momento não tinha nem o que comer em casa, na oficina de reciclagem ela aprendeu a fazer uma bolsa utilizando garrafa peti, em casa ela criou outros modelos de bolsas e levou para vender na feira a cinquenta centavos cada bolsa. Quando Luzia reencontrou a professora Iraci numa outra oficina a agradeceu dizendo: - Professora, obrigada, porque hoje eu tenho todos os dias o alimento em casa graças as bolsas que vendo na feira.
Após contar a história de Luzia a professora Iraci procurou saber se a turma sabia o significado da Lei dos Três Erres e explicou que reduzir, reciclar e reutilizar é fundamental para o bem estar do planeta, pois nós seres humanos devemos aprender a importância de consumirmos menos, reciclarmos e reutilizarmos mais.

Em seguida a professora Iraci pediu a turma que se aproximasse para participar da oficina senão elas não iriam aprender e de que valeria a oficina se elas não aprendessem. Na oficina a professora ensinou a fazer pulseiras com garrafa peti transparente e vasos com garrafas peti transparente e verde.
Papa fazer as pulseiras corta um anel da garrafa peti transparente média , põe um pano sobre o anel, liga um ferro de passar roupa no máximo, põe sobre o anel coberto com tecido, conta até cinquenta ou sessenta, faz o mesmo no outro lado do anel e o anel toma o formato de pulseira com as bordas voltadas para dentro, em seguida pinta o anel por dentro com tinta para vitral e a pulseira está pronta, depois de pronta a pulseira fica muito bonita e não parece ser feita com garrafa peti transparente.
 Após ensinar a fazer pulseira a professora Iraci ensinou a fazer vasos. Para fazê-los é preciso cortar metade da garrafa peti de qualquer cor, fazer um desenho com a tinta alto relevo da acrilex e pinta por dentro com a tinta vitral. Esse trabalho é por fora do vaso.
 A professora também ensinou a fazer árvore de Natal e porta retrato com garrafa peti.
Quando a oficina terminou as professoras serviram a todas as pessoas presentes um lanche a base de frutas como: abacaxi, maçã, melancia e tangerina, após o lanche todos foram dispensados.
A oficina foi muito interessante porque as alunas e os alunos já tinham um conhecimento sobre a importância da reciclagem o        que deu a todos os aluno e alunas a capacidade de entender o assunto abordado pela professora Iraci.